Sentimentalmente me sinto etéreo
Pessoalmente me mostro forte
Sem precedentes vibro em instantes
Defendo da forma mais deselegante
Insulto como em um poema surdo
Em preâmbulo determino sensatez
Exalo mimeticamente perseverança
Os vês do teclado não respondem
Erdades não ditas em histórias mau contadas
Ciclos que não se fecham.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
O Narciso e o Mané-Gostoso
Desconexo
Tarantiniando Platão, a poesia se desconstrói a-socraticamente. Não houve quem ensinasse, ou quem o faça. Dor, assim como o primeiro gole travoso do scotch conduzem empíricamente a profusão de idéias. A sistematização surge em meio ao vago. homericamente atravesso o litro. Insanidade temporal, epilepsia memórica, fulgor inerte a espelhos desconexos. Cristalização glandular e dacrigelose que insiste em surgir a volta e meia. Antes eu tivesse protanopia e deuteranopia. Pelos menos não me chocava tanto.
Medo
Como ideologicamente uma cor altera a percepção?
Como funcionalmente um corrimão ajuda a locomoção?
Como estruturalmente uma coluna mantêm uma instituição?
Como analogicamente uma figura se torna uma produção?
Como sinteticamente uma nova droga cria destruição?
Como sexualmente o mundo vive uma infestação?
Como anacrônicamente me insiro nessa perturbação?
Como sociologicamente sobrevivemos a esta situação?
Não quero mais respostas científicas, não mais!
Como funcionalmente um corrimão ajuda a locomoção?
Como estruturalmente uma coluna mantêm uma instituição?
Como analogicamente uma figura se torna uma produção?
Como sinteticamente uma nova droga cria destruição?
Como sexualmente o mundo vive uma infestação?
Como anacrônicamente me insiro nessa perturbação?
Como sociologicamente sobrevivemos a esta situação?
Não quero mais respostas científicas, não mais!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Praia caruaruense????
Messias
Uma nova experiência. Um conceito de salvação foi instaurado. Uma pessoa alegre que bebeu, riu muito, orientou milhares e deles fez seguidores. Ganhou o Nobel da paz e assinou um protocolo que teoricamente salvava um planeta inteiro, massa maciça orgânica que reservava condições ideais para a sobrevivência de envólucros de excremento. Produtores de lixo, predadores de recursos naturais de todas as categorias. O cara, político, oferece uma esperança não convencional, incômoda e incomodou.
As corridas tecnológicas não deram tanta rentabilidade quanto a destruição desenfreada. Uma convenção, seguranças por toda a parte. Correria, gritos, horror, 11 de setembro repetido em um só corpo. Alguém, sem face carregando quatro quilos de ciclometilenotrinitramina e aditivos plastificantes fez o suficiente para exterminar tudo em um raio de aproximadamente 25 pessoas, digo aproximadamente porque não sobrou muita coisa de muitos. Dizem que a ação foi suficiente para gerar ondas de compressão capazes de iniciar a fissão nuclear de uma bomba de urânio-235. Não houve uma contagem verdadeira do fato. Alguns poucos protegidos por kevlar, que não é uma divindade, mas proteje bem, continuaram intactos, digo na parte protegida, o resto até agora não foi encontrado.
O caos mundial foi novamente instaurado. Em pouco mais de 10 anos a massa maciça, habitat de excremento humano tem em páginas celulósicas e telas de Led o registro de mudança de paradigmas e de desconstruções. Socialistas ameaçam, nazistas contraatacam, latinos revidam, caças franceses não dão chá para zeppelins subatômicos. Torpedos, submarinos, jatos e tanques. Amazônia, um quital estrangeiro. Sequestro de líderes mundiais. Um buraco em uma fossa abissal, inclinação no eixo rotacional terrestre, nuvens de poeira tóxica, iunundações, pestes, contaminações bacterianas por elementos nunca vistos adormecidos da pangeia ártica. Profeticamente o mar virou sertão e o sertão virou mar. NAda parecido com a bosta do 2012. Apenas a Chapada mostrou-se uma tábua de salvação. Ninguém percebeu, mas Obama era.... tipo, um messias e ninguém viu.

As corridas tecnológicas não deram tanta rentabilidade quanto a destruição desenfreada. Uma convenção, seguranças por toda a parte. Correria, gritos, horror, 11 de setembro repetido em um só corpo. Alguém, sem face carregando quatro quilos de ciclometilenotrinitramina e aditivos plastificantes fez o suficiente para exterminar tudo em um raio de aproximadamente 25 pessoas, digo aproximadamente porque não sobrou muita coisa de muitos. Dizem que a ação foi suficiente para gerar ondas de compressão capazes de iniciar a fissão nuclear de uma bomba de urânio-235. Não houve uma contagem verdadeira do fato. Alguns poucos protegidos por kevlar, que não é uma divindade, mas proteje bem, continuaram intactos, digo na parte protegida, o resto até agora não foi encontrado.
O caos mundial foi novamente instaurado. Em pouco mais de 10 anos a massa maciça, habitat de excremento humano tem em páginas celulósicas e telas de Led o registro de mudança de paradigmas e de desconstruções. Socialistas ameaçam, nazistas contraatacam, latinos revidam, caças franceses não dão chá para zeppelins subatômicos. Torpedos, submarinos, jatos e tanques. Amazônia, um quital estrangeiro. Sequestro de líderes mundiais. Um buraco em uma fossa abissal, inclinação no eixo rotacional terrestre, nuvens de poeira tóxica, iunundações, pestes, contaminações bacterianas por elementos nunca vistos adormecidos da pangeia ártica. Profeticamente o mar virou sertão e o sertão virou mar. NAda parecido com a bosta do 2012. Apenas a Chapada mostrou-se uma tábua de salvação. Ninguém percebeu, mas Obama era.... tipo, um messias e ninguém viu.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Heróis barbados



Tantos putos sem ter o que fazer ... e eu aqui (escrevendo besteras) ... Você... já sabe.Eles colocam barba nos heróis e eu registro momentos, em palavras ou imagens. Quer conferir o trabalho do puto, vai lá
Deep throught the madness
Sorrateiramente me escondo
Corro como quem foge do perigo
Apenas minha própria sombra me acompanha
Desvio de aparadeiras e centros
Atravesso vãos e exponho subterfúgios
Palpitando revelo esconderijos
Um receptáculo que abrigou pisantes
Mantenedora de mantimentos médicos
Segredos em meio a utensílios
Um envelope, uma fotografia, um portal
Uma memória latente, um medo, delírios ígneos
Habilidade posta em prova, controle
Ofegante dilatação de sólidos
Expansão valvular, excitação alveolar
Sinapses em retrocesso, estagnação temporal
Estreboscópico insano imerso em realidade quântica
Energia cinética química mutante
Poder nuclear virtual e visão musical
Notas esquecidas no preto e branco da tonalidade
Sistemas sensoriais como jardins inertes
Um balão, dez mandamentos
A verdade não contada, abandono karmico
Fino frio fio de prata abdominal
Um chacra, dois chacras, alinhamento
emanação centrífuga através de celeste desencanto
Lapso cósmico, sansara à vista
Mais uma eternidade vivida num instante
Ilusão transitória ... interferências ....
Corro como quem foge do perigo
Apenas minha própria sombra me acompanha
Desvio de aparadeiras e centros
Atravesso vãos e exponho subterfúgios
Palpitando revelo esconderijos
Um receptáculo que abrigou pisantes
Mantenedora de mantimentos médicos
Segredos em meio a utensílios
Um envelope, uma fotografia, um portal
Uma memória latente, um medo, delírios ígneos
Habilidade posta em prova, controle
Ofegante dilatação de sólidos
Expansão valvular, excitação alveolar
Sinapses em retrocesso, estagnação temporal
Estreboscópico insano imerso em realidade quântica
Energia cinética química mutante
Poder nuclear virtual e visão musical
Notas esquecidas no preto e branco da tonalidade
Sistemas sensoriais como jardins inertes
Um balão, dez mandamentos
A verdade não contada, abandono karmico
Fino frio fio de prata abdominal
Um chacra, dois chacras, alinhamento
emanação centrífuga através de celeste desencanto
Lapso cósmico, sansara à vista
Mais uma eternidade vivida num instante
Ilusão transitória ... interferências ....
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Desapego
Encarar a face vívida de suas contrárias expectativas
Desmascarar sentimentos encorpados em mesas estranhas
Confrontar desafios interiores exaltados em palavras desconexas
Vivenciar instantes perpétuos insignificantes perante a verdade
Querer afogar-se em meio a pensamentos inertes nostálgicos
Agir, não agir e deixar-se levar por não sofrer
Descobrir-se e deixar energicamente fluir o natural
Sentir o imperceptível e suas constantes mudanças de humor
Saciar o ínfimo e postergar as vicissitudes inconstantes
Ser ário, único e indivisível. Ser simplismente humano
Desmascarar sentimentos encorpados em mesas estranhas
Confrontar desafios interiores exaltados em palavras desconexas
Vivenciar instantes perpétuos insignificantes perante a verdade
Querer afogar-se em meio a pensamentos inertes nostálgicos
Agir, não agir e deixar-se levar por não sofrer
Descobrir-se e deixar energicamente fluir o natural
Sentir o imperceptível e suas constantes mudanças de humor
Saciar o ínfimo e postergar as vicissitudes inconstantes
Ser ário, único e indivisível. Ser simplismente humano
Uma boa música faz bem 06
Solto no Tempo - Ortinho
Correu solto no tempo, saltou
Tropeçou, se estendeu, levantou
Levou grito, pisada e gemido
Ficou doido e girou sem sentido
De tristeza caiu na risada
Bebeu muito e chorou na calçada
E corria sem ter direção
Com vontade e sem nenhum tostão
Era feio feito um bicho diurno
Um boêmio, um cantor vagabundo
Foi poeta, ladrão, escritor
Só vivia falando em amor
Acordava sozinho todo dia
Em colchões que ele não conhecia
Tremia pra tomar cachaça
E vivia atuando na praça
E agora nego, Diz aí o que tu vai fazer
Esmagaram tua vida, inflamaram a ferida
O que é que tu vai dizer
E agora nego, Diz aí onde tu vai parar,
Riram da tua risada, cuspiram na tua cara
Acenderam uma vela,
Espera o vento apagar
Espera o vento apagar...
Correu solto no tempo, saltou
Tropeçou, se estendeu, levantou
Levou grito, pisada e gemido
Ficou doido e girou sem sentido
De tristeza caiu na risada
Bebeu muito e chorou na calçada
E corria sem ter direção
Com vontade e sem nenhum tostão
Era feio feito um bicho diurno
Um boêmio, um cantor vagabundo
Foi poeta, ladrão, escritor
Só vivia falando em amor
Acordava sozinho todo dia
Em colchões que ele não conhecia
Tremia pra tomar cachaça
E vivia atuando na praça
E agora nego, Diz aí o que tu vai fazer
Esmagaram tua vida, inflamaram a ferida
O que é que tu vai dizer
E agora nego, Diz aí onde tu vai parar,
Riram da tua risada, cuspiram na tua cara
Acenderam uma vela,
Espera o vento apagar
Espera o vento apagar...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Cíclico
Diariamente passo em frente a uma mesma janela.
Nos mesmos horários, a visão é a mesma. Até quando?
A fragilidade da vida se mostra como uma armadilha.
Armadilha do tempo. Armadilha da vida.
Fomos feitos para quê?
Aprendemos que a equação se resume a nascer, crescer e morrer.
Nascer em função. Crescer em função. Morrer.
Trabalhar, mínimo contato proximal com família
Criar uma família baseada em obrigações, contratos e termos de conduta
Seguir perfis, acatar padrões e viver condicionado à manipulação
Manipulação orientada, ordenada, desordenada, desorientada.
O ego em sobreposição do Eu
O ego em superposição do ser
O ter em razão do ser e não o ser para ser
O que precisamos aprender.
Está tudo à disposição.
Está tudo nos livros, nos bits, na energia, na vibração
Está tudo em todos.
Somos. Estamos. Vivemos e existimos.
A retórica pergunta do porquê... ficará sem resposta.
A única certeza é morreremos. Assim será dado início a um novo processo.
Passarei na mesma janela e ....
A fragilidade da vida se mostrará como uma mesma armadilha.
Nos mesmos horários, a visão é a mesma. Até quando?
A fragilidade da vida se mostra como uma armadilha.
Armadilha do tempo. Armadilha da vida.
Fomos feitos para quê?
Aprendemos que a equação se resume a nascer, crescer e morrer.
Nascer em função. Crescer em função. Morrer.
Trabalhar, mínimo contato proximal com família
Criar uma família baseada em obrigações, contratos e termos de conduta
Seguir perfis, acatar padrões e viver condicionado à manipulação
Manipulação orientada, ordenada, desordenada, desorientada.
O ego em sobreposição do Eu
O ego em superposição do ser
O ter em razão do ser e não o ser para ser
O que precisamos aprender.
Está tudo à disposição.
Está tudo nos livros, nos bits, na energia, na vibração
Está tudo em todos.
Somos. Estamos. Vivemos e existimos.
A retórica pergunta do porquê... ficará sem resposta.
A única certeza é morreremos. Assim será dado início a um novo processo.
Passarei na mesma janela e ....
A fragilidade da vida se mostrará como uma mesma armadilha.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Devaneio musical
Decidi escutar algo entre 20 e poucos gigas para escrever.
Refuse Resist toca em modo repetitivo. Vivemos sitiados. Uma volta à noite logo revela olhares apreensivos, instaurado medo entre o sorriso que disfarça insegurança. Nossos livros não abordam a realidade criminal. Alguns lançamentos trazem películas com o teor Tropa de Elite. A polícia civil decreta greve. Em média trabalhamos 140 dias num ano para pagar impostos. A educação, uma falácia. O ensino superior e suas avaliações MEC(Q)Ianas. Na Tv, nada produtivo, eu com uma puta dor de cabeça, o Sistema de saúde particular mostra-se pior que o póblico e esperamos anciosamente o NAtal, compras de fdano e o carnaval. Como diria Luiz Melodia.... "Carnaval, carnaval, eu fico triste quando chega o carnaval".
Quem puder assistam cinema, e brasileiro, de preferência. Pelo menos, Alceu Valença traz da capital capital para o Fdmundo. Espero A Luneta do Tempo procurando pela Noite do espantalho.
Refuse Resist toca em modo repetitivo. Vivemos sitiados. Uma volta à noite logo revela olhares apreensivos, instaurado medo entre o sorriso que disfarça insegurança. Nossos livros não abordam a realidade criminal. Alguns lançamentos trazem películas com o teor Tropa de Elite. A polícia civil decreta greve. Em média trabalhamos 140 dias num ano para pagar impostos. A educação, uma falácia. O ensino superior e suas avaliações MEC(Q)Ianas. Na Tv, nada produtivo, eu com uma puta dor de cabeça, o Sistema de saúde particular mostra-se pior que o póblico e esperamos anciosamente o NAtal, compras de fdano e o carnaval. Como diria Luiz Melodia.... "Carnaval, carnaval, eu fico triste quando chega o carnaval".
Quem puder assistam cinema, e brasileiro, de preferência. Pelo menos, Alceu Valença traz da capital capital para o Fdmundo. Espero A Luneta do Tempo procurando pela Noite do espantalho.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Lead
O voal preto bloqueia
O impiedoso tempo mártir
O dia mudou o tom
A meia sola chinelos
A tosse sertão amarga
O assento leito vaga
O vestígio vida perdida
O elétron móvel decorado
Não temos mais amigos para conversas
Não temos mais tempo pra famílias
Não temos mais paciência pra filmes
Não temos mais emoções para canções
Porquê tudo é tão bonito e verdadeiro
O quem você tem de mim agora?
O que eu realmente preciso?
Tantas perguntas perdidas na imensidão desse ar
Rarefeito
Sujo
Inóspito
Sem sentido
Insensível
Devaneio
Não se giram mais sóis amarelos.
Não mais redes nas varandas.
Por que?
O impiedoso tempo mártir
O dia mudou o tom
A meia sola chinelos
A tosse sertão amarga
O assento leito vaga
O vestígio vida perdida
O elétron móvel decorado
Não temos mais amigos para conversas
Não temos mais tempo pra famílias
Não temos mais paciência pra filmes
Não temos mais emoções para canções
Porquê tudo é tão bonito e verdadeiro
O quem você tem de mim agora?
O que eu realmente preciso?
Tantas perguntas perdidas na imensidão desse ar
Rarefeito
Sujo
Inóspito
Sem sentido
Insensível
Devaneio
Não se giram mais sóis amarelos.
Não mais redes nas varandas.
Por que?
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Uma boa música faz bem - 05
Concrete Jungle - Bob Marley
No sun will shine in my day today
(No sun will shine.)
The high yellow moon won't come out to play
(Won't come out to play.)
Darkness has covered my light (and has changed,)
And has changed my day into night
Now where is this love to be found, won't someone tell me?
'Cause life, sweet life, must be somewhere to be found, yeah
Instead of a concrete jungle where the livin' is hardest
Concrete jungle, oh man, you've got to do your best, yeah.
No chains around my feet, but I'm not free
I know I am bound here in captivity
And I've never known happiness, and I've never known sweet caresses
Still, I be always laughing like a clown
Won't someone help me?
Cause, sweet life, I've, I've got to pick myself from off the ground, yeah
In this here concrete jungle,
I say, what do you got for me now?
Concrete jungle, oh, why won't you let me be now?
I said life must be somewhere to be found, yeah
Instead of a concrete jungle, illusion, confusion
Concreate jungle, yeah
Concrete jungle, you name it, we got it, concrete jungle now
Concrete jungle, what do you got for me now
No sun will shine in my day today
(No sun will shine.)
The high yellow moon won't come out to play
(Won't come out to play.)
Darkness has covered my light (and has changed,)
And has changed my day into night
Now where is this love to be found, won't someone tell me?
'Cause life, sweet life, must be somewhere to be found, yeah
Instead of a concrete jungle where the livin' is hardest
Concrete jungle, oh man, you've got to do your best, yeah.
No chains around my feet, but I'm not free
I know I am bound here in captivity
And I've never known happiness, and I've never known sweet caresses
Still, I be always laughing like a clown
Won't someone help me?
Cause, sweet life, I've, I've got to pick myself from off the ground, yeah
In this here concrete jungle,
I say, what do you got for me now?
Concrete jungle, oh, why won't you let me be now?
I said life must be somewhere to be found, yeah
Instead of a concrete jungle, illusion, confusion
Concreate jungle, yeah
Concrete jungle, you name it, we got it, concrete jungle now
Concrete jungle, what do you got for me now
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Literatura ficcional verdadeira
Estou lendo o terceiro livro da quintologia de Douglas Adams, uma comédia ficcional bacana de ler, já que só fizeram a primeira película do primeiro livro e não obtiveram êxito pela simples questão da ignorância alheia em rir de comédias inteligentes.
Mas fazê o quê?
Este trecho que separei, reintera o título, é ficção, mas parece verdade.. e até ... Aconteceu comigo. Apreciem a literatura.
"Era tarde da noite, é claro.
Tinha sido um dia difícil, é claro.
Uma música suave estava tocando no som, é claro.
Ele estava, é claro, ligeiramente bêbado.
Em outras palavras, todas as condições habituais que levam a um surto de exame da alma estavam presentes. Ainda assim, claramente havia sido um erro.
... Então havia pensado a respeito de qual era exatamente sua posição e o novo choque quase fez com que derrubasse seu drinque. Virou o copo rapidamente antes que algo sério pudesse acontecer à bebida.
Em seguida tomou um outro drinque, para seguir o primeiro e verificar se estava tudo bem.
― Liberdade ― disse em voz alta.
― Não posso lidar com isso ― respondeu ele, soturno, e enviou um terceiro drinque para averiguar por que o segundo ainda não havia enviado um relatório sobre a situação do Primeiro. Olhou inseguro e concluiu.
Jogou um drinque garganta abaixo, penando que este iria encontrar o anterior, onde ambos uniriam forças e fariam com que o segundo tomasse jeito.
Então os três partiriam em busca do primeiro, teriam uma boa conversa com ele e
talvez cantassem um pouco também.
Estava em dúvida se o quarto drinque tinha entendido tudo aquilo, portanto mandou descer um quinto para detalhar o plano e um sexto para dar apoio moral."
Lá pelas tantas....
"O Guia do Mochileiro das Galáxias tinha alguns conselhos a respeito de porres.
― Vá fundo ― dizia o texto ― e boa sorte."

Mas fazê o quê?
Este trecho que separei, reintera o título, é ficção, mas parece verdade.. e até ... Aconteceu comigo. Apreciem a literatura.
"Era tarde da noite, é claro.
Tinha sido um dia difícil, é claro.
Uma música suave estava tocando no som, é claro.
Ele estava, é claro, ligeiramente bêbado.
Em outras palavras, todas as condições habituais que levam a um surto de exame da alma estavam presentes. Ainda assim, claramente havia sido um erro.
... Então havia pensado a respeito de qual era exatamente sua posição e o novo choque quase fez com que derrubasse seu drinque. Virou o copo rapidamente antes que algo sério pudesse acontecer à bebida.
Em seguida tomou um outro drinque, para seguir o primeiro e verificar se estava tudo bem.
― Liberdade ― disse em voz alta.
― Não posso lidar com isso ― respondeu ele, soturno, e enviou um terceiro drinque para averiguar por que o segundo ainda não havia enviado um relatório sobre a situação do Primeiro. Olhou inseguro e concluiu.
Jogou um drinque garganta abaixo, penando que este iria encontrar o anterior, onde ambos uniriam forças e fariam com que o segundo tomasse jeito.
Então os três partiriam em busca do primeiro, teriam uma boa conversa com ele e
talvez cantassem um pouco também.
Estava em dúvida se o quarto drinque tinha entendido tudo aquilo, portanto mandou descer um quinto para detalhar o plano e um sexto para dar apoio moral."
Lá pelas tantas....
"O Guia do Mochileiro das Galáxias tinha alguns conselhos a respeito de porres.
― Vá fundo ― dizia o texto ― e boa sorte."

Moral da história... Foi mais ou menos assim que decidi parar de beber.
Uma boa Música faz bem 04
Beautifully Depressed - Down
You can't fool the fool, 'cause I know it in my head
I just want the people to get some before they're dead
You can take my body and dry it in the sun
Seeing vultures circle overhead
This is the home of the beautifully depressed
Life is just a moment that rushes all at once
Letting the vultures surround me when I'm dead
I am the lord of the beautifully depressed
Endlessly, cum for me
Faithfully, bend for me
Lifelessly, hang for me
Endlessly, endlessly
Push me to the limit
I ain't afraid to die
Drive me to the limit
I proudly pledge to die
I dispell the madness by forgetting all the rules
You say I follow in the footsteps of pre-existing fools
Begging vultures to bury off my head
This is the hard life of the beautifully depressed
Endlessly, cum for me
Faithfully, bend for me
Lifelessly, hang for me
Endlessly, endlessly
Push me to the limit
I ain't afraid to die
Look before you're in it
Are you afraid to die
Then join the beautifully depressed
The beautifully depressed...
You can't fool the fool, 'cause I know it in my head
I just want the people to get some before they're dead
You can take my body and dry it in the sun
Seeing vultures circle overhead
This is the home of the beautifully depressed
Life is just a moment that rushes all at once
Letting the vultures surround me when I'm dead
I am the lord of the beautifully depressed
Endlessly, cum for me
Faithfully, bend for me
Lifelessly, hang for me
Endlessly, endlessly
Push me to the limit
I ain't afraid to die
Drive me to the limit
I proudly pledge to die
I dispell the madness by forgetting all the rules
You say I follow in the footsteps of pre-existing fools
Begging vultures to bury off my head
This is the hard life of the beautifully depressed
Endlessly, cum for me
Faithfully, bend for me
Lifelessly, hang for me
Endlessly, endlessly
Push me to the limit
I ain't afraid to die
Look before you're in it
Are you afraid to die
Then join the beautifully depressed
The beautifully depressed...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Pancada
Há muito não me arrepiava ao assistir um trailer.
Isso seria natural pela minha frequência de idas a uma sala de cinema. Aí vem aquela história de que no CUtuvelo do mundo não tem uma sala de cinema... E eu ainda não tenho um reprodutor blueray e meu data show, ainda.....
Mas me arrepiei ao ver esta pequena mostra do que pode ser um dos mais novos vilões de bilheteria a lá... Pulp Ficction. Falando do Cão... Tarantino está de volta.
Bastardos Inglórios (2009)
Isso seria natural pela minha frequência de idas a uma sala de cinema. Aí vem aquela história de que no CUtuvelo do mundo não tem uma sala de cinema... E eu ainda não tenho um reprodutor blueray e meu data show, ainda.....
Mas me arrepiei ao ver esta pequena mostra do que pode ser um dos mais novos vilões de bilheteria a lá... Pulp Ficction. Falando do Cão... Tarantino está de volta.
Bastardos Inglórios (2009)
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